Manutenção & Dicas
Decoração
Reformas
Materiais
Jardim
Artesanato
Escritorio
Saúde
Lazer & Cultura
Home
Calculadoras
Concreto
Churrasqueira
Eletricidade Escadas
Hidraulica
Limpeza 
Manchas
Nivel
Obras-Dicas
Paredes
Pintura
Portas
Pisos
Telhados
*
Cuidados  Basicos Tomadas Interruptores Plugues Fios Circuitos Eletrodutos Raios Glossario
  I II III


 Glossário de Termos usados na Eletricidade

Ampère (A):
Medida da quantidade de corrente elétrica que passa por um condutor. Cada disjuntor dentro do quadro de distribuição tem a amperagem identificada, que corresponde à quantidade de energia do circuito a que ele serve.

Amperímetro
Aparelho destinado a medir o valor de uma corrente elétrica.

Acumulador de Energia
Mais comumente conhecido como bateria ou pilha, podendo ser recarregadas ou não. Utilizadas em iluminação de emergência e em No Breaks, que tem como função suprir a energia de um circuito ou restabelecer um nível mínimo aceitável de luz na ausência da fonte de energia principal da rede elétrica.

Aterramento
É o ato de se conectar intensionalmente um circuito elétrico de baixa impedância com a terra, em caráter permanente ou temporário. Este ato possui função protetora contra choques elétricos.

AWG
Sigla de American Wire Gauge, denominação norte-americana utilizada para bitola (espessura) de fios e cabos elétricos. Utiliza-se no Brasil no momento o padrão de série métrica em mm².

Benjamin
Extensão elétrica múltipla para ampliar o número de tomadas disponíveis num ponto.

Cabos e fios:
Condutores de corrente elétrica para o ponto de consumo. A capacidade de corrente dos dois é a mesma, desde que a seção (espessura do cobre) seja igual. Ambos levam revestimento plástico isolante, mas, enquanto o fio é único, o cabo é constituido de um conjunto de filamentos. O fio geralmente custa menos, e o cabo pode ser instalado com maior facilidade. Seja qual for a opção, o importante é que o produto seja antichamas e de boa procedência.

Capacitância
Grandeza escalar que caracteriza a propriedade que tem um sistema de condutores e de dielétricos a estes associados, de armazenar energia quando é submetido a um campo elétrico.

Capacitor
Dispositivo elétrico utilizado para introduzir capacitância num circuito. Este dispositivo permite corrigir o fator de potência. Como consequência teremos uma maior eficiência energética, devido ao melhor aproveitamento de carga da rede elétrica. Na iluminação os capacitores usados são os de partida. Os capacitores cerâmicos também filtram a distorção de harmônicas. Este dispositivo permanece energizado depois de acionado, mesmo que o circuito seja desligado posteriormente. Como nem todos os fabricantes embutem os fios, aconselha-se que nas trocas e manutenções seja descarregada a carga remanescente, com um simples "triscar" das pontas dos cabos de saída.

Carga Instalada
Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).

Circuito:
Conjunto de condutores elétricos que servem a determinado número de pontos. Há aparelhos com maior potência, como chuveiros elétricos, que exigem circuito só para eles.

Circuito Elétrico
Segmento de condutores elétricos que compõem uma seção de uma rede elétrica maior. Conjunto de equipamentos elétricos alimentados por uma mesma fonte e protegidos pelos mesmos disjuntores ou fusíveis.

Conduite (ou eletroduto):
Canal por onde passam os condutores elétricos. Existem os flexíveis, mais usados nas construções e que têm preços menores, e os rígidos, geralmente utilizados quando a rede é aparente ou em lajes concretadas.

Comando em Grupo
Dispositivo utilizado para comutar vários pontos de luz, ampliando a capacidade de potência do comando automático.

Comando Individual
Dispositivo utilizado para comutar o circuito de um único ponto de luz.

Comutador
Mecanismo que proprociona o efeito de intercambiar circuitos. Este dispositivo de manobra mecânico, elétrico ou eletrônico, realiza a função principal de transferir a ligação existente de um condutor ou circuito para outros.

Condições de Operação
Condições informadas pelo fabricante, dentro das quais o equipamento pode funcionar.

Condições Nominais de Operação
Condições que caracterizam a operação de um sistema ou equipamento elétrico, dentro da faixa de variação permitida para os seus valores nominais.

Condutor Elétrico
Produto normalmente metálico utilizado para transportar a energia elétrica e distribuí-la numa rede ampla. Neste conceito enquadramos os fios, cabos e cordoalhas. Mas, também são condutores quaisquer objetos que possuam esta propriedade e que por descuido na instalação, façam contato com um circuito elétrico, energizando-se, podendo provocar choques elétricos, corrente de fuga ou até incêndios.

Conectores
Dispositivos de aplicação rápida, utilizaddos para realizar emendas ou ligações elétricas através de meio mecânico (parafusos, compressão, travas etc).

Consumo de Energia
Quantidade de energia elétrica utilizada por um consumidor, que é oferecida e medida pela distribuidora do sistema elétrico num determinado pedíodo. A grandeza que a define é o kWh (Quilowatt-hora), e sua unidade base é o Watt.

Contato
Interface de duas superfícies condutoras que se tocam fechando um circuito elétrico. Contatos NF ( Normalmente Fechados ) e NA ( Normalmente Abertos ), que designam a posição padrão de funcionamento.

Corrente Alternada
Corrente periódica, cujo valor médio é igual a zero. Esta corrente oscila polaridades positiva e negativa num mesmo condutor. A frequência deste fenômeno de alternância peródica é medida em Hertz (Hz). Padrão Brasileiro 60 Hz. Corrente habitualmente encontrada em toda rede elétrica distribuída pela malha de uma Distribuidora de Energia: Residências, Condomínios, Comércio, Clubes, Estádios, Indústria e demais edificações.

Corrente Contínua
Corrente cujo valor é independente do tempo. Não provoca oscilações de polaridades. Por definição é uma corrente em que o componente essencial é a continuidade. Encontrada em circuitos com baterias, pilhas e acumuladores de energia em geral. Ex: Veículos, Barcos, Aviões, Aparelhos à pilha e similares.

Corrente de Curto Circuito É uma corrente muito elevada e várias vezes superior a corrente limite nominal dos condutores, que é gerada por um curto circuito. Esta corrente pode ser originária da rede elétrica ou de algum equipamento elétrico com as fases cruzadas. Como consequência deste fenômeno é gerado um sobreaquecimento intenso no circuito, proporcionando o risco de incêndios e queima prematura de aparelhos elétricos.

Corrente de Fuga
Corrente de condução que, devido a isolamento imperfeito, percorre um caminho diferente do previsto, e flui para elementos condutores estranhos a instalação. Note que os isolamentos, mesmo os mais perfeitos, proporcionam alguma corrente de fuga, mas a qualidade do serviço de isolamento manterá esta corrente em níveis aceitáveis. As distorções de corrente de fuga, devido a trabalhos mal feitos, causam perdas de energia, gerando consumo desnecessário que refletirá na conta de energia.
Corrente de Partida
Valor de "pico" da corrente que resulta da aplicação da tensão em condições especificadas, ocorrendo em alguns instantes à partir do acendimento de uma lâmpada.

Corrente Elétrica
Fluxo de carga elétrica de um condutor. Unidade Ampére.

Curto Circuito
Ligação intencional ou acidental entre dois ou mais pontos de um circuito com impedância desprezível. Este termo também se aplica onde dois ou mais pontos que se encontram sob diferença de potencial. A consequência direta é uma sobrecorrente intantânea elevada e perigosa para o circuito. Utilizar sempre disjuntores para proteção dos circuitos elétricos que desligam a rede na eventualidade deste fenômeno.

Demanda
Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitada ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo especificado. Esta medida é utilizada exclusivamente nas unidades consumidoras do Grupo "A" que recebem tensão de alimentação à partir de 2,3 kV, ou quando atendidas em tensão inferior a 2,3 kV à partir de um sistema subterrâneo de distribuição de energia elétrica.

Demanda de Ultrapassagem
Parcela da demanda medida que excede o valor da demanda contratada, expressa em quilowatts (kW). Existe uma possível folga em relação a demanda contratada, dependendo do perfil da unidade consumidora, permitindo ultrapassar a demanda medida real até um limite entre 5% a 20% em relação ao valor de contratação.

Demanda Faturável
Valor da demanda de potência ativa, identificado de acordo com os critérios estabelecidos e considerada para fins de faturamento, com aplicação da respectiva tarifa, expressa em quilowatts (kW).

Demanda Contratada
Demanda de potência ativa a ser obrigatória e continuamente disponibilizada pela concessionária no ponto de entrega conforme valor e período de vigência fixadas no contrato de fornecimento e que deverá ser integralmente paga, seja ou não utilizada durante o período de faturamento, expressa em quilowatts (kW).

Demanda Medida
Maior demanda de potência ativa, verificada por medição, integralizada no intervalo de 15 (quinze) minutos durante o período de faturamento, expressa em quilowatts (kW).

Densidade de Potência
É a razão total da potência instalada em watts num ambiente para cada metro quadrado de área deste mesmo ambiente (W/m²). Esta medida é muito útil para futuros cálculos de dimensionamento de aparelhos de ar condicionado. Quanto menor o valor encontrado, menor o acúmulo de calor e menor o consumo de energia do ar condicionado.

Descarga Elétrica
Processo causado por um campo elétrico, que muda abruptamente todo ou em parte de um meio isolante para meio condutor.

Dimmer:
Dispositivo para automação das luzes que pode ser mecânico ou elétrico. O primeiro é colocado nos interruptores e controla apenas a intensidade da luz. O elétrico funciona via cabo ou frequência, pode ser manejado por controle, painel ou computador. Alêm da intensidade da luz, oferece outras funç&ões, como programar a hora em que uma lâmpada deve acencer.

Disjuntor:
Localizado dentro do quadro de distribuição, é a chave que corta a passagem de corrente elétrica se ela for excesiva para o circuito. Sua função é proteger a instalação.

DR (dispositovo de corrente diferencial residual):
Aparelho que detecta fugas de corrente (vazamento de energia dos condutores). Quando isso acontece ele desarma e evita que a pessoa tome um choque. Geralmente fica ao lado do quadro de distribuição. Sua instala&ccediñ;ão é recomendada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) desde 1999.

Eletricidade
Manifestação de uma forma de energia associada a cargas elétricas, estáticas ou dinâmicas. Seus principais agentes são os elétrons dos átomos e os materiais condutores. Por este motivo os melhores condutores são aqueles com instabilidade de elétrons.

Eletrodo
Parte condutora de um dispositivo elétrico destinada a constituir uma interface condutora com um meio de condutividade diferente. Ex: Algumas lâmpadas de descarga possuem este dispositivo internamente, dispensando o uso de ignitores de partida associados ao reator.

Energia
Grandeza escalar que caracteriza a aptidão de um sistema físico para realizar trabalho.

Energia Aparente
É a soma vetorial entre a energia ativa e a energia reativa, sendo a energia total que um equipamento elétrico consome ou produz.

Energia Ativa
Energia elétrica que pode ser convertida em outra forma de energia, gerando trabalho. Ou ainda, energia efetivamente utilizada por um equipamento elétrico para realizar sua função.

Energia Reativa
Energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada, sem produzir trabalho. Seu uso ocorre em função do baixo fator de potência de alguns equipamentos, que por falta do capacitor apropriado, não armazenam energia necessária para produzir sua indução e/ou ignição inicial. Esta modalidade de energia hoje no Brasil ainda não é cobrada de consumidores residenciais Classe B (Classificação tarifária).

Espectro eletromagnético
É a escala de comprimentos de onda existentes. É composto por: Ondas Largas; Ondas Médias; Ondas Curtas; Ondas ultracurtas; Televisão; Radar; Infravermelho; Luz Visível; Ultravioleta; Raios X; Raios Gama e Raios Cósmicos. Ver Comprimento de Onda; Radiação Eletromagnética e Interferência Eletromagnética.

Espeto de Jardim
Conjunto que agrega um corpo com vedação de borracha para acomodação de uma lâmpada, e um espeto de fixação na terra com pequena extensão de cabo para instalação elétrica. Esta peça foi criada para aproveitar o potencial de iluminação de destaque das lâmpadas do tipo PAR20 e PAR38 refletoras, que possuem vidros prensados de boa resistência a choques mecânicos e térmicos.

Estabilizador de Tensão
Regulador de tensão que mantém constante a tensão aplicada a um circuito elétrico receptor, a despeito das variações de tensão, dentro de limites especificados, que ocorram no circuito alimentador.

Estrutura Tarifária
Conjunto de tarifas aplicáveis às componentes de consumo de energia elétrica e/ou demanda de potência ativas de acordo com a modalidade de fornecimento.

Estrutura Tarifária Convencional
Estrutura caracterizada pela aplicação de tarifas de consumo de energia elétrica e/ou demanda de potência independente das horas de utilização do dia e dos períodos do ano.

Estrutura Tarifária Horo-Sazonal
Estrutura caracterizada pela aplicação de tarifas diferenciadas de consumo de enegia elétrica e de demanda de potência de acordo com as horas de utilização do dia e dos períodos do ano. Atualmente existem dois subgrupos ( AZUL e VERDE ).